Um empate sem gols. Um momento de silêncio em Allianz Parque. E uma oportunidade de ouro escapando pelas mãos do Sociedade Esportiva Palmeiras. Na noite de quarta-feira, 19 de novembro de 2025, o time alviverde, comandado por Abel Fernando Moreira Ferreira, foi incapaz de vencer o Esporte Clube Vitória no confronto válido pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro Série AAllianz Parque, em São Paulo. O resultado, aparentemente inocente, teve o peso de uma derrota: deixou o Palmeiras a três pontos do líder Clube de Regatas do Flamengo, e com apenas três jogos pela frente, a corrida pelo título se tornou uma montanha-russa de pressão e expectativa.
Um jogo sem ritmo, mas cheio de momentos decisivos
O primeiro tempo foi, como disse o comentarista da Jovem Pan Esportes, "muito fraco". O Palmeiras pressionava, mas sem precisão. Andreas Pereira tentou com a cabeça, Facundo Torres foi cortado na entrada da área, e Víctor Roque teve um cabeceio defendido por Thiago Couto, o goleiro do Vitória que se transformou na peça-chave da partida. O Vitória, por sua vez, não atacava com volume, mas foi eficiente em momentos de transição. Na 20ª minute, uma bola na área gerou um escanteio, e na 21ª, Jose López foi derrubado por Gabriel Baralhas, gerando uma falta perigosa — mas a cobrança saiu pela lateral.Na segunda metade, o Palmeiras aumentou a intensidade. Um lance que virou manchete nos comentários: "a bola vai sobrar na entrada da área pro chute e o pênalti está marcado". A torcida explodiu. Mas a arbitragem, após consulta ao VAR, anulou a penalidade. Foi um dos momentos mais tensos da noite. O próprio Thiago Couto fez três defesas de alto nível, incluindo um chute firme de Felipe Anderson, que parecia certa rede. O Vitória, com apenas 35 pontos, jogava para não cair — e conseguiu. O empate foi justo, mas doloroso para quem sonhava com o título.
Palmeiras perde a chance, mas ainda tem esperança
Com 68 pontos (21 vitórias, 5 empates, 7 derrotas), o Palmeiras segue em segundo lugar, mas agora a distância para o Flamengo — que venceu o Grêmio na rodada anterior — é insuportável. O time de Abel, que havia reduzido a vantagem graças à derrota do Flamengo contra o Botafogo, viu sua vantagem se esvair como fumaça. "Abel volta a tropeçar na corrida à liderança, mas nem tudo foi mau", escreveu o jornal A Bola. E é verdade: o time ainda tem controle sobre seu destino. Mas o que era uma vantagem estratégica virou um peso. Se o Palmeiras vencer os próximos três jogos, e o Flamengo perder um, o título ainda pode ser decidido no último jogo da temporada.Os números são duros: o Flamengo tem 71 pontos, com 48 gols marcados e apenas 11 sofridos — o melhor ataque e a melhor defesa da competição. O Palmeiras, com 29 gols líquidos, é só o quarto melhor. E não basta ser forte: precisa ser implacável. A ausência de um goleador confiável, a falta de consistência no meio-campo e a pressão psicológica de não conseguir vencer times de baixa colocação estão minando a confiança do elenco.
Vitória se salva, mas a luta contra o rebaixamento é de vida ou morte
Enquanto o Palmeiras sonha com o título, o Vitória luta pela sobrevivência. Com 35 pontos, o clube baiano está apenas um ponto à frente do Santos, que, curiosamente, foi o último adversário a tirá-lo da zona de rebaixamento — vencendo o Palmeiras por 2 a 1 em jogo emocionante. A situação é caótica: 15º colocado, com 14 derrotas, e uma campanha que parece feita para a torcida sofrer. Mas o empate em São Paulo foi um alívio. O técnico do Vitória, que não foi citado nos relatos, fez um trabalho de resgate: organizou a defesa, aproveitou os contra-ataques e transformou Thiago Couto em herói.Se o Vitória vencer seus próximos dois jogos — contra o Ceará e o Coritiba — e o Santos perder pelo menos um, o clube baiano poderá escapar da queda. Mas não há margem para erros. O 18º colocado, o Sport Recife, já está rebaixado com apenas 17 pontos. E o Athletico Paranaense, o Avaí e o América-MG estão na berlinda. O rebaixamento não é uma ameaça: é uma realidade em construção.
O que vem a seguir? Três jogos que podem mudar tudo
O Palmeiras enfrenta o Fortaleza (fora), o São Paulo (em casa) e o Corinthians (fora) — três jogos que são, na prática, finais. O Fortaleza está em ótima fase, o São Paulo quer vingança por derrotas anteriores, e o Corinthians, com o torcedor em peso, vai querer arrancar pontos da concorrência. O Flamengo, por outro lado, enfrenta o Botafogo, o Grêmio e o Cuiabá — jogos que parecem fáceis, mas no Brasileirão, nada é garantido. A pressão sobre Abel aumenta a cada dia. O técnico, que levou o Palmeiras ao título em 2023, agora enfrenta o risco de ser visto como um treinador que não consegue fechar a temporada com o troféu.
Um ano de altos e baixos
A temporada 2025 do Brasileirão foi marcada por surpresas. O Cruzeiro, em terceiro lugar, surpreendeu com regularidade. O Flamengo, apesar da liderança, teve altos e baixos. O Palmeiras, que começou como favorito, perdeu pontos em jogos que deveria ter vencido — contra o Atlético-MG, o Cuiabá e agora o Vitória. A competição está mais equilibrada do que nunca. E o que antes parecia uma corrida entre dois times, virou uma batalha de múltiplos protagonistas.Frequently Asked Questions
Como o empate entre Palmeiras e Vitória afeta as chances de título do Palmeiras?
O empate deixou o Palmeiras com 68 pontos, três atrás do Flamengo, que tem 71. Com três jogos restantes, o Palmeiras precisa vencer todos os seus confrontos e contar com pelo menos uma derrota do Flamengo para ainda ter chance de ser campeão. Mesmo assim, o saldo de gols desfavorável (29 contra 48 do Flamengo) torna a tarefa ainda mais difícil.
Por que o Vitória conseguiu segurar o empate contra o Palmeiras?
O Vitória jogou com disciplina tática e aproveitou bem as falhas do Palmeiras na finalização. O goleiro Thiago Couto fez defesas decisivas, e a equipe evitou erros defensivos, mesmo sob pressão. Com apenas 35 pontos, o time baiano entendeu que o empate era o melhor resultado possível — e o conseguiu com inteligência.
O que aconteceu com o pênalti que foi marcado durante o jogo?
O árbitro inicialmente marcou pênalti para o Palmeiras após uma entrada dura na área, mas após revisão pelo VAR, a decisão foi anulada. A análise mostrou que o contato foi mínimo e que o jogador do Vitória não impediu claramente a finalização. O erro da arbitragem gerou revolta na torcida, mas não alterou o resultado.
Qual é a situação do rebaixamento no Brasileirão 2025?
O Sport Recife já está rebaixado com 17 pontos. O Vitória (35), o Santos (36) e o América-MG (37) estão na zona de risco, com apenas dois pontos de diferença entre o 15º e o 18º lugar. O jogo entre Vitória e Santos na última rodada foi decisivo — e o empate entre Palmeiras e Vitória pode ter sido o fator que manteve o Santos vivo.
O que o técnico Abel Ferreira precisa mudar para voltar a vencer?
Abel precisa encontrar um centroavante confiável e equilibrar o meio-campo. O time está muito dependente de jogadores como Facundo Torres e Víctor Roque, que não são atacantes puros. A falta de finalização e a pressão constante sobre os volantes estão esgotando o elenco. A solução pode estar em uma mudança tática — talvez um 4-2-3-1 com um centroavante de referência.
Por que o nome de Neymar apareceu nos comentários da partida?
Foi um erro de transmissão. O comentarista da Jovem Pan Esportes mencionou Neymar como capitão, mas ele não joga no Palmeiras — está no Al-Hilal, na Arábia Saudita. O capitão real do time é Lucas Veríssimo, que esteve em campo na partida. O erro foi corrigido em minutos, mas gerou confusão entre os torcedores.
18 Comentários
Essa partida foi tipo um filme de terror onde o monstro só aparece no final... e ele nem é o vilão. O Vitória jogou como se tivesse um escudo mágico, e o Palmeiras parecia um time que esqueceu onde colocou a bola. 😅
Claro que o VAR anulou o pênalti... porque quem manda nesse campeonato não é o árbitro, é o sistema. O Flamengo tá com 71 pontos? Tá, mas e o fato de que o Corinthians pagou pra ter 3 jogos fáceis? E o Santos? O que aconteceu com o Santos? Tudo conspiração, amiga. O Brasileirão é um reality show com direito a edição e roteiro. 🤫
Abel tá perdido. Ele acha que tá no Chelsea, mas tá no Brasil. O time tá cheio de jogadores que só sabem passar pra trás, e o público? O público tá cansado de ser enganado. E o pior: ninguém fala disso. Todo mundo tá com medo de dizer que o técnico tá ultrapassado. A gente precisa de um novo modelo. Um novo pensamento. Não é só trocar o centroavante... é trocar a alma.
Se o Palmeiras não vence o Corinthians, é o fim da linha. Não é só o título, é a honra. O Flamengo tá melhor, tá mais forte, tá mais organizado... mas isso aqui é Brasil. Nós não perdemos pra quem não tem sangue. O Vitória? Um time de zaga e sorte. Se o Palmeiras não acordar, o rebaixamento vem logo atrás. E eu não tô falando de time, tô falando de identidade.
Considerando a estrutura tática do Palmeiras sob a supervisão de Abel Ferreira, a ausência de um centroavante de referência, aliada à ineficiência na conversão de chances criadas, demonstra uma falha estrutural na filosofia de jogo. A análise de desempenho estatístico revela que o time apresenta um índice de finalização eficaz de 14,2%, abaixo da média histórica de 18,7% em temporadas anteriores. A pressão psicológica decorrente da liderança anterior, combinada à falta de consistência defensiva em situações de transição, resulta em um desequilíbrio sistêmico que compromete a viabilidade do título.
Eu acredito que ainda temos chance. Não é só sobre pontos, é sobre resiliência. O Palmeiras já passou por isso antes. O time tem coração. O Abel já fez o impossível. E se o Flamengo perder um jogo? Se o Fortaleza der um susto? Se o São Paulo quiser vingança? Tudo é possível. A gente não desiste. A gente se levanta. A gente volta. Porque futebol não é só números - é alma. E o Palmeiras ainda tem muita alma.
É... É... É... isso aqui é um pesadelo! Um pesadelo com camisa alviverde! O pênalti foi anulado?! O que foi isso?! O VAR tá com medo do Flamengo?! E o Thiago Couto?! Ele é um deus?! Um deus de botas de borracha?! O Vitória é o time da sorte?! O Palmeiras tá com medo de ganhar?! A gente tá vivendo uma tragédia grega, e ninguém tá escrevendo o roteiro direito!!
Se o Palmeiras não vence os próximos jogos, a culpa é do elenco. Não é do Abel. Não é do sistema. É dos jogadores. Eles têm que querer mais. Eles têm que entrar no campo como se fosse a última partida da vida deles. Não é só técnica. É vontade. E se o time não tem vontade, não adianta ter o melhor técnico do mundo. Eles têm que sentir. Sentir o peso. Sentir a pressão. E aí, sim, jogar como se fosse tudo.
Eu sei que tá difícil, mas a gente tem que lembrar que o futebol é feito de altos e baixos. O Palmeiras já teve momentos de glória, e vai ter de novo. A torcida não pode se esquecer disso. A gente tem que apoiar, mesmo quando o time erra. Porque o amor pelo clube não é condicional. É incondicional. E se o Flamengo tá na frente, então que a gente se esforce mais. Que a gente acredite mais. Que a gente não deixe o desânimo tomar conta. Porque o verdadeiro torcedor não desiste. Ele espera. Ele luta. Ele acredita. E às vezes, acreditar é o primeiro passo pra mudar tudo.
Isso aqui é o futebol brasileiro. O Palmeiras perdeu, mas não está morto. O Vitória não é time de grande, mas fez o jogo da vida. E o Flamengo? Ele tá na frente, mas o Brasileirão não termina ainda. Ainda tem jogo. Ainda tem tempo. Ainda tem esperança. E se o Palmeiras vencer os três? E se o Flamengo tropeçar? Aí, o título vira um jogo de emoção. E isso, meu irmão, é o que o futebol tem de melhor: o imprevisível. Vamos torcer. Vamos acreditar. Vamos gritar. Porque o Palmeiras ainda tem sangue.
Abel é um técnico de segunda categoria. Ele não sabe treinar. Ele só sabe repetir. O time tá desorganizado porque ele não tem ideia do que fazer. E os jogadores? Eles estão aí por contrato, não por paixão. O Palmeiras é um time de aparência. Um time que parece forte, mas não tem alma. E o pior: a torcida tá cega. Ainda acha que ele é gênio. Não é. É um homem que vive de glórias passadas. E o pior de tudo? Ele vai continuar no cargo. Porque no Brasil, incompetência é tratada como tradição.
É curioso como o Vitória, com apenas 35 pontos, conseguiu manter a defesa intacta contra um time com mais de 60% de posse. Isso não é sorte. É tática. O Palmeiras tentou atacar por fora, mas o Vitória cortou os passes de forma perfeita. O que falta ao Palmeiras não é talento, é inteligência tática. Eles têm jogadores bons, mas não sabem como usar. O técnico precisa repensar o sistema. Um 4-2-3-1 com um centroavante físico, e não um falso 9. Isso é o básico.
Isso é o que acontece quando o futebol brasileiro se torna um espetáculo de mídia. O Palmeiras é um clube de tradição, mas agora é só um produto. O Vitória? Um time de sobrevivência. E o Flamengo? Um império. E o que é o Brasileirão? Um jogo de poder. O que o Palmeiras precisa não é de mais jogadores. É de coragem. E coragem não se compra. Ela se constrói. E o nosso time não tem mais coragem.
A análise estatística da pressão defensiva do Vitória mostra que, em 78% das situações de contra-ataque, os jogadores se posicionaram em zonas de baixa densidade ofensiva, forçando o Palmeiras a jogar em espaços estreitos. O goleiro Thiago Couto teve um índice de eficiência de 92% nas defesas de alta dificuldade - superior ao de qualquer goleiro da Série A. Isso não é milagre. É preparo. O Palmeiras, por outro lado, apresenta um índice de finalização por chance criada de apenas 12,3%. Isso não é azar. É falha sistêmica. O time não tem um centroavante de referência. E isso não será resolvido com pressão psicológica.
É como se o Palmeiras tivesse esquecido que futebol é emoção. Eles jogam como se estivessem em uma reunião de negócios. Sem paixão. Sem risco. Sem alma. O Vitória não tem nada. Mas tem coragem. E coragem, meu amigo, é o que o futebol brasileiro ainda tem de mais puro. O Palmeiras perdeu porque esqueceu que é um time de torcida. E a torcida? A torcida tá do lado de fora, gritando, mas ninguém escuta. Porque o clube virou uma empresa. E empresas não sonham. Elas calculam.
Se o Palmeiras vencer o Fortaleza, a pressão cai. Se vencer o São Paulo, a confiança volta. Se vencer o Corinthians, tudo muda. Mas o importante não é o resultado. É o espírito. Jogar com garra. Jogar com identidade. Jogar com orgulho. O técnico precisa falar com o elenco. Não com a imprensa. Com os jogadores. Eles precisam saber que ainda acreditamos. Que ainda acreditamos neles. Que o título não é o único objetivo. O respeito é. E o respeito se conquista com luta. Não com números.
Isso aqui é o Brasil. O Vitória não é time de elite, mas jogou como se fosse o campeão. O Palmeiras tem dinheiro, tem estrutura, tem história... mas perdeu porque não soube transformar pressão em gols. E o Flamengo? Ele é o time da mídia, mas não é o time da alma. O verdadeiro campeão não é o que tem mais pontos. É o que tem mais coração. E o coração não está nos números. Está nos gritos da torcida. Na coragem de um jogador que cai e levanta. Na luta de um time que não desiste. E o Palmeiras? Ele ainda tem esse coração. Só precisa lembrar.
Se o Palmeiras quer voltar a ser campeão, precisa de dois coisas: um centroavante que marque gols em situações de pressão, e um volante que consiga controlar o ritmo do jogo. O time está muito dependente de Facundo Torres e Víctor Roque, mas eles não são finalizadores. Eles são criadores. O que falta é um homem na área. Um que a gente saiba que vai bater o pênalti. Que vai cabecear o escanteio. Que vai segurar a bola. E isso não é só treino. É escolha. E o Abel precisa fazer essa escolha. Agora. Antes que seja tarde.